Andadores: Bons Ou Ruins?

04 May 2019 10:35
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<h1>Exerc&iacute;cio De Metodologias Ativas E Algumas Tecnologias Cresce Pela Educa&ccedil;&atilde;o A Dist&acirc;ncia</h1>

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<p>S&atilde;o in&uacute;meras as metodologias ativas que v&ecirc;m sendo continuamente incorporadas &agrave; educa&ccedil;&atilde;o. A sala de aula invertida, como por exemplo, desponta com uma das propostas educacionais mais respeit&aacute;veis pra transformar a sala de aula tradicional em um lugar interativo e centrado no aluno. Um de seus grandes diferenciais &eacute; dispensar o tempo de sala pra aplica&ccedil;&atilde;o de metodologias ativas, uma vez que as aulas expositivas s&atilde;o gravadas em v&iacute;deos e assistidas pelos alunos em resid&ecirc;ncia.</p>

<p>O padr&atilde;o de sala de aula invertida tem ajudado escolas, educadores e alunos em torno do universo a obterem melhores resultados de aprendizagem, gra&ccedil;as, dentre outros motivos, ao ensino personalizado e &agrave; aprendizagem adaptativa. Jos&eacute; Erigleidson, doutor em Educa&ccedil;&atilde;o, Arte e Hist&oacute;ria da Cultura e professor da PUC-SP. Jo&atilde;o Mattar, no livro Metodologias ativas para a educa&ccedil;&atilde;o presencial, blended e a dist&acirc;ncia, tendo como exemplo, aborda essas metodologias ativas com orienta&ccedil;&otilde;es e exemplos pra educa&ccedil;&atilde;o presencial, semipresencial e a dist&acirc;ncia, pela educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, corporativa e no ensino superior. O emprego de games &eacute; bem como uma tend&ecirc;ncia na educa&ccedil;&atilde;o. Daniela Karine Ramos, doutora em Educa&ccedil;&atilde;o e professora da Escola Federal de Santa Catarina.</p>

<p>Mais recentemente, vem sendo utilizada intensamente a gamifica&ccedil;&atilde;o, que envolve a incorpora&ccedil;&atilde;o de princ&iacute;pios de design de games a atividades que n&atilde;o s&atilde;o, a princ&iacute;pio, relacionadas a jogos, como &eacute; o caso da educa&ccedil;&atilde;o. Dom&iacute;nio Do Ingl&ecirc;s &eacute; Importante No Mercado De Trabalho ativas e tecnologias inovadoras v&ecirc;m sendo assim mescladas no modo de ensino e aprendizagem.</p>

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<li>Escola S&atilde;o Francisco (USF)</li>

<li>Correto Civil</li>

<li>04/07/2018 11h38 Atualizado 04/07/2018 11h38</li>

<li>6 de maio a 6 de junho (primeira fase)</li>

<li>Os melhores programas de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o na sua &aacute;rea est&atilde;o fora do Brasil</li>

<li>dois Exclus&atilde;o Digital</li>

<li>08 a 24 de agostoevento</li>

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<p>Eu queria testar, colocar a m&atilde;o pela massa”. Pra testar, Ana teria que construir uma “arapuca” para capturar os neutrinos. E a ideia de que forma fazer isto surgiu no momento em que Segretto imediatamente fazia fra&ccedil;&atilde;o de sua exist&ecirc;ncia. “Essa foi uma ideia que nasceu dentro do carro”, conta A Youtuber Por Incidente , dando risada ao se relembrar. Eles estavam saindo do laborat&oacute;rio subterr&acirc;neo em que trabalhavam em dire&ccedil;&atilde;o a moradia onde moravam.</p>

<p>Durante trinta e cinco km, o casal ficou dizendo a respeito de como aprisionar f&oacute;tons (“luz” liberada no momento em que ocorre o choque entre part&iacute;culas que s&atilde;o capazes de ser neutrinos). 'Governos Militares Foram Antidemocr&aacute;ticos, Por&eacute;m Mais Nacionalistas Que O Atual', Diz Manuela D'&Aacute;vila trabalhavam no projeto de um sistema de detec&ccedil;&atilde;o composto por duas barras acr&iacute;licas, que serviria como guia de claridade e fazia com que os f&oacute;tons chegassem &agrave; extremidade das barras, onde seriam detectados.</p>

<p>Todavia, o casal verificou que esse sistema, denominado como DUNE (Experimento Subterr&acirc;neo Profundo de Neutrinos, em ingl&ecirc;s), tinha uma efici&ecirc;ncia insatisfat&oacute;ria para eventos de baixa energia, como &eacute; o caso dos neutrinos de supernova. Segretto, no entanto, durante o tempo que trabalhava no projeto do DUNE, tinha localizado um filtro de ilumina&ccedil;&atilde;o com a intelig&ecirc;ncia de deixar ir alguns tipos de onda por um lado, e ponderar outros tipos do outro lado.</p>

<p>Foi deste jeito que Ana pensou: “e se combin&aacute;ssemos esse filtro com os populares wavelenght shifters (um objeto fotofluorescente que absorve f&oacute;tons de alta regularidade e os emite com uma frequ&ecirc;ncia mais baixa)? Foi durante o bate papo na volta para resid&ecirc;ncia que eles entenderam que este filtro (foto abaixo) pra prender os f&oacute;tons podia ser fechado.</p>

<p>“Vamos fazer uma caixinha! ”, pensaram. Por isso, quando o f&oacute;ton entra dentro dela, ele n&atilde;o consegue sair, e depois de v&aacute;rias reflex&otilde;es, ele poder&aacute; ser detectado. Nesse instante, Ana se divertiu ao relembrar que, no Brasil, existe uma palavra que denomina uma arapuca pra aprisionar passarinhos - a arapuca, um nome tupi-guarani, que servia perfeitamente pra definir o que eles estavam pensando. E em vista disso nasceu o “Projeto Arapuca”.</p>

<p>O desenvolvimento da tecnologia da armadilha pensada por Ana e Ettore encantou a comunidade cient&iacute;fica e fez enorme sucesso internacional. “Quem entende o sistema, est&aacute; apostando muito”, Kid Vs. Kat (primeira Temporada) . Segundo Ana, neste instante s&atilde;o grupos do Brasil, dos Estados unidos e da Inglaterra, que est&atilde;o trabalhando pro aprimoramento dele. Ana e Segretto hoje est&atilde;o no Brasil, por&eacute;m continuam firmes com o projeto. Ele &eacute; professor da Institui&ccedil;&atilde;o Estadual de Campinas (Unicamp) e Ana &eacute; pesquisadora colaboradora da Unicamp, e professora da Universidade Federal do ABC (UFABC).</p>

<p>Para ver e preparar-se os neutrinos e seus fen&ocirc;menos, muitos aparelhos neste instante foram elaborados. Dentre eles est&aacute; o projeto DUNE, o detector de neutrinos mais sens&iacute;vel do mundo, uma arapuca de claridade, que d&aacute; certo a temperaturas muito baixas. S&atilde;o quatro grandes piscinas subterr&acirc;neas, com cerca de 1300 km, 17 mil toneladas de arg&ocirc;nio l&iacute;quido, e a 187 graus negativos para se conservar conservado, em Lead, na Dakota do Sul, at&eacute; Batavia, em Illinois, ambos nos Estados unidos. S&atilde;o 2 detectores instalados: Um pr&oacute;ximo ao feixe de neutrinos que ser&aacute; gerado, no laborat&oacute;rio Fermilab, e o outro na outra extremidade, no Surf.</p>

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